Brunno Elias

Atividade física, bem-estar e um pouco mais (ou não…)

Archive for the ‘"Des"categorizado’ Category

Encostando as portas…

Posted by Brunno em 24 de Maio de 2010

Bom pessoal, é isso aí!

Após 1 ano e dois meses de site (ufa!) o tempo ficou curto (e antes disso houve outro site por 5 meses). Tentei manter um bom nível de postagens nesses últimos meses, tentei uma parceria para alimentar o site mais frequentemente, tentei migrar para um modelo mais interessante, mas aceitei que o tempo era pouco para manter um lugar agradável e novo. Dessa forma, o site está encostando as portas por um tempo…

Mas não vou ficar sem publicar. Nesse tempo, entrei para outras equipes, e os links para as novas publicações estão na sequência:

– Portal da Educação Física: com textos sobre ciclismo, treinamento, saúde e qualidade de vida;

– Papo de Gordo: com textos bem humorados sobre saúde, complementando a equipe do site;

– 1000Combos: análises de filmes, séries e outros produtos pops.

E como sempre, bom treino a todos!

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Treinos de força e potência têm resultados semelhantes

Posted by Brunno em 5 de Janeiro de 2010

Com informações do Portal da Educação Física.

Para ganhar massa muscular, as academias geralmente recomendam treinos de força (musculação e exercícios resistidos são termos também aplicados).

Levantar cargas de alta intensidade (alto peso) ou realizar os movimentos rapidamente de caras menores aumentam a força e tamanho (hipertrofia) dos músculos da forma parecida, indicam pesquisas da Escola de Educação Física e Esporte da USP.

Para ganhar massa muscular, os treinadores geralmente recomendam treinos de força (cargas em torno de 70 a 85% do peso máximo que o praticante levanta, de 6 a 12 repetições). Porém, não é comum prescrever treinos de potência (cargas de 30 a 60% da máxima, de 4 a 8 repetições).

Em curto prazo estudos mostram que os resultados são semelhantes estatisticamente. Nos jovens acompanhados, o treino de potência fez com que a espessura das fibras musculares aumentasse, em média, 14% e a força, 17%. Já naqueles que fizeram o treino de força, o aumento foi de 24% e 22%, respectivamente.

Nos idosos com treino de potência, o crescimento foi de 3,9% e 33,8%. Nos que fizeram o treino de força, os músculos aumentaram 5,5% e a força 42,7%.

Segundo os pesquisadores, os resultados entre os treinos são estatisticamente semelhantes, não diferindo quanto as resultados para aumento do tamanho da fibra ou da força.

Com o exercício, as fibras musculares aumentam de volume, já que a tensão ativa a fabricação de novas proteínas dentro do músculo. Além disso, há crescimento da força do músculo estimulado.

Os dados com idosos foram obtidos em 2008, durante o mestrado da educadora física Lilian Walerstein, e os com jovens em 2006, durante o mestrado do bacharel em esporte Leonardo Lamas.

Lilian submeteu 56 idosos a exercícios por 16 semanas, e Leonardo, 29 jovens, por 12 semanas. Lamas retirou, com uma agulha (biópsia), amostras de fibras musculares dos jovens para avaliar o seu crescimento. Já Lilian utilizou a ressonância magnética para avaliar a hipertrofia.

Na prática, a aplicação de um ou outro método é indiferente, em curto prazo (8 semanas). A alteração de força ou potência durante o período de treinamento (macrociclo) pode ser importante para ganhos contínuos, já que com o tempo de treino vem a adaptação ao estímulo e a alteração do método pode ser mais eficaz que o aumento de carga.

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Proteção contra resfriados com exercício-ACSM

Posted by Brunno em 5 de Novembro de 2009

*Livre tradução da notícia disponível no PROTECT AGAINST COLDS WITH EXERCISE.

6 de outubro de 2009
Proteção contra resfriados com exercício
Especialistas alertam quando treinar e quando ficar na cama

run-outskirtINDIANAPOLIS (EUA) – Com o tempo ficando frio, os narizes começam a incomodar – mas a incidência de resfriados podem ser drasticamente reduzidas com o exercício físico fazendo parte da vida diária, de acordo com especialista do Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM).

Dr. David C. Nieman diz que vários estudos mostram queda de 25 a 50% do tempo com resfriado de pessoas ativas, com ao menos 45 minutos de exercício moderado (como caminhada) na maioria dos dias da semana.

“Essa redução na doença excede a que qualquer fármaco ou pílula pode oferecer”, disse Dr. Nieman. “Tudo que se exige é um par de tênis para prevenir o resfriado comum que afetará milhares de pessoas nesse inverno.”

Contudo, se você já está doente e não tem certeza entre escolher a academia ou o sofá, Dr. Nieman sugere:

* FAÇA exercício se o resfriado está confinado à cabeça, como coriza e garganta inflamada.

*NÃO FAÇA em excesso. Se você tem um resfriado, mantenha o exercício em intensidade moderada (como caminhar). Estudos nãogipr demonstraram efeitos negativos nessa intensidade durante resfriados comuns.

*FIQUE na cama se a sua doença for sistêmica – isso é além da voz rouca e garganta incomodando, como no resfriado comum. Infecções respiratórias, febre, glândulas inflamadas e dores extremas são boas razões para descansar ao invés de treinas.

*NÃO VOLTE tão cedo. Se você está se recuperando de uma doença mais séria que o resfriado ou gripe, volte gradativamente ao treino após duas semanas de descanso.

Dr. Nieman também alerta para se exercitar antes de tomar a vacina contra a gripe. Exercícios com intensidade moderada logo antes da vacina têm demonstrado melhora na resposta da mesma, incrementando a ação imune.

exercicio-fisicoOs avisos do Dr. Nieman estão alinhados com o programa Exercício é Remédio (Exercise is Medicine™), um componente de centros que incluem a atividade física como componente padrão do tratamento de saúde.

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Prefeito conhece trabalho acadêmico de implantação de ciclovias

Posted by Brunno em 26 de Outubro de 2009

Segue iniciativa de um acadêmico que pode resultar em benefício para toda a cidade de Campo Grande.

Do site da prefeitura municipal de Campo Grande.

“O prefeito Nelson Trad Filho conheceu na manhã desta sexta-feira (23.10) o trabalho de conclusão de curso do acadêmico de Arquitetura da Uniderp (Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal), Renato Yonamine. Denominado “Via verde – transporte urbano sustentável”, o projeto prevê a implantação de 70 km de ciclovias na Capital.

Para balizar seu trabalho, Renato buscou informações em órgãos e publicações da administração municipal como o Instituto Municipal de Planejamento Urbano e o Plano Diretor, respectivamente. Entre os aspectos levados em conta na elaboração do trabalho estão a topografia da cidade e pontos de interesse para ciclistas. Yonamine também prevê integração bicicleta/transporte coletivo em trajetos de mais de sete quilômetros.

Como a temperatura elevada, na maior parte do ano, é uma das dificuldades para estimular o ciclismo, o trabalho de Renato prevê o plantio de árvores ao longo dos trajetos. Um aspecto interessante é que as ciclovias se interligam aos parques da cidade. De acordo com o estudante, em alguns trechos será possível criar trilhas ecológicas. Com isto, o uso do veículo poderá ser estimulado para o trabalho e para o lazer.

O prefeito achou muito interessante o trabalho de Renato, que também apresenta em seu TCC exemplos de cidades que mudaram suas paisagens e qualidade de vida com investimento em ciclovias. Nelsinho disse a Yonamine que sua assessoria marcará uma audiência com Rudel Trindade Júnior, diretor da Agetran e Marta Martinez, presidente do Planurb para que ele apresente seu trabalho.

Nesta audiência, o prefeito quer ver se há sugestões apresentadas no trabalho de Renato que podem ser incorporadas ao projeto da prefeitura, que pretende implantar 120 km de ciclovias na cidade. Foi a colega Paula Gobbo Chaves, do quarto ano de Arquitetura, que estimulou Renato a apresentar seu TCC ao prefeito.” Fonte/Autor: Mônica Ferreira Mtb/MS 138

Fica o apoio para que dê certo!

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32º Simpósio Internacional de Ciências do Esporte

Posted by Brunno em 18 de Outubro de 2009

Acabei de voltar da correria do 32º Simpósio Internacional de Ciências do Esporte, promovido pelo CELAFISCS. Depois de muita turbulência nos aviões, metrôs lotados e palestras nacionais e internacionais, a experiência científica aumentou. Como nem tudo foi estudo, segue as imagens e vídeos do evento, além do resumo do trabalho realizado pelas minhas orientandas.

Até 2010, CELAFICS!

Imagem693Sala Agita Mundo, palco das palestras/mesas/fóruns internacionais.

Imagem697Fila na escada rolante do metrô. Eu fui pela escada normal.

Imagem698Nintendo Wii fazendo sucesso na feira, como promotor de atividade física.

Imagem699O amigo Nerd que me acolheu em São Paulo.

… e o resumo…

NÍVEL DE ATIVIDADE FÍSICA E QUALIDADE DE VIDA RELACIONADA À SAÚDE EM PACIENTES COM PARACOCCIDIOIDOMICOSE
Brunno Elias Ferreira, Taiane de Menezes Valério, Maiara Fernanda Borges Fernandes, Anamaria Mello Miranda Paniago.
Universidade Federal de Mato Grosso do Sul – Campo Grande – Mato Grosso do Sul – Brasil – bruelifer@hotmail.com

INTRODUÇÃO: A doença Paracoccidioidomicose (PCM) é causada pelo fungo Paracoccidioides brasiliensis característico das regiões subtropicais. O Brasil tem grande concentração de casos e a região Centro-Oeste é considerada de alta endemicidade. O estado de Mato Grosso do Sul detém o maior índice de mortalidade pela doença.

OBJETIVO: Analisar a associação entre nível de atividade física (NAF) e qualidade de vida relacionada à saúde (QVRS).

METODOLOGIA: Instrumentos – Foram aplicados em sistema de entrevista. O IPAQ versão curta para mensuração do dispêndio energético em MET (equivalente metabólico) por semana. Os participantes foram classificados em níveis de atividade física conforme valor semanal em MET: baixo (< 600), moderado (600 a 2999) e alto (3000 e acima). A QVRS foi avaliada com emprego do Questionário do Hospital Saint George na Doença Respiratória, que resulta em percentual de deterioração da qualidade de vida pela manifestação da PCM. Participantes – Foi utilizada amostragem não-probabilística consecutiva com pacientes de um hospital de referência do sistema público de saúde. Participaram 33 indivíduos (93,9% homens, 56,9 ± 9,6 anos) sendo 90,9% ex-lavradores e 6,1% ainda viviam da atividade, que está muito associada à infecção. Coletas – O paciente era convidado a participar da pesquisa logo após atendimento médico. Em caso de aceite, era assinado o TCLE aprovado pelo CEP – UFMS. Após a entrevista o prontuário médico era consultado para conferência do exame confirmatório da infecção e coleta de outras informações. Estatística – Foi utilizada estatística descritiva e análise de variância com o teste ANOVA para um critério ou Kruskal-Wallis de acordo com os dados. O nível de significância adotado foi de p ≤ 0,05.

RESULTADOS: Na distribuição por faixa etária 30,3% tinham entre 40 e 49 anos, a faixa etária mais baixa; 24,2% tinham entre 50 e 59 anos, seguidos por 45,5% com 60 anos ou mais. 60,6% eram casados ou viviam como casados. 36,4% tinham entre a 1ª e 4ª séries do ensino fundamental, repetindo a mesma frequência para a 5ª e 8ª séries. Apenas 9,1% dos participantes foram classificados com baixo NAF, enquanto 63,6% atingiram alto NAF, provocado pelo trabalho braçal e uso de bicicleta ou caminhada como meio de transporte na maioria dos dias da semana. 39,4% tinham apenas 25% da qualidade de vida comprometida pela doença, seguidos por 36,4% da amostra com 25,1% a 50% de comprometimento e 24,2% com 50,1% ou mais de comprometimento da QVRS. Não foram identificadas correlações significativas entre idade e qualidade de vida (p = 0,1), idade e NAF (p = 0,7) e qualidade de vida e NAF (p = 0,06). Nas associações também não foram encontradas significâncias entre faixas etárias e qualidade de vida (p = 0,3), escolaridade e qualidade de vida (p = 0,9) ou NAF (p = 0,6), estado civil e qualidade de vida (p = 0,6) ou NAF (p = 0,8), e entre NAF e qualidade de vida (p = 0,8).

CONCLUSÃO: Os portadores de PCM de Mato Grosso do Sul tem a maioria como ex-lavradores e apresentam alto nível de atividade física habitual, relacionada ao trabalho e meio de transporte. Também apresentam pouca ou média deterioração da qualidade de vida em função da doença. O alto nível de atividade física verificado e as outras variáveis epidemiológicas não parecem afetar a qualidade de vida desses pacientes.

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Corrida no Plaenge por Dentro

Posted by Brunno em 9 de Outubro de 2009

A corrida está na moda em Campo Grande, e pensando nisso a jornalista Bruna Morales entrevistou o treinador Brunno Elias para o informativo Plaenge por Dentro, jornal digital da Plaenge Campo Grande.

Segue o clipping da sessão. Boa corrida para todos!

bubu-plaenge

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Marketing pessoal no personal trainer

Posted by Brunno em 18 de Setembro de 2009

*Texto apresentado como avaliação na especialização em Wellnes: Saúde & Bem-estar.

O marketing pode ser entendido como um conjunto de ações para o desenvolvimento, lançamento e sustentação de um produto no mercado (MULLER, 2008). Esse conjunto ordenado de ações objetiva evidenciar ou tornar um produto atraente para o consumidor.
Para o personal trainer o marketing tem algumas diferenças das ações padrões usadas no mercado. A mais evidente é a individualização do marketing, sob a ótica do marketing pessoal.

Muller (2008) destaca que o marketing pessoal é baseado na imagem do profissional, exemplificando com artistas, políticos e atletas. Com o marketing se evidencia as qualidades do profissional, mas também é possível que a imagem se sobressaia, mesmo que os benefícios ou qualidades não sejam mais tão importantes. No ensaio construído por Bossle (2008) é considerado que o personal trainer surgiu como um modismo na década de 1990 no Brasil. Se tornou uma das principais áreas de atuação no mundo do fitness e atualmente se baseia na associação da imagem com as qualidades do profissional. A autora ainda destaca que a grande vantagem do personal trainer é a transferência da responsabilidade dos cuidados com a saúde do indivíduo para o profissional. Acredita-se na qualificação do mesmo para oferecer um produto subjetivo de qualidade, que é a saúde e o bem-estar (BOSSLE, 2008).

Ainda na discussão sobre o marketing, Muller (2008) destaca um conceito tradicional da área, os 4 P’s. Esse conceito se baseia na simplificação das variáveis necessárias para a comercialização de um produto, que no caso é a atuação do personal trainer. O conceito original foi desenvolvido em inglês, mas existem os correspondentes em português. São elas:

– Produto (product): o que será oferecido no mercado. Especificamente sobre o personal trainer é a sua atuação. Devem-se analisar suas qualidades, deficiências e competência para corresponder as expectativas do cliente;

– Ponto de venda (place): local de venda do produto ou atendimento do personal trainer. Para esse profissional o ponto de venda é uma característica única, pois o profissional não precisa se basear em um local fixo (academia), podendo atender clubes, condomínios ou parques. A relação é que seu produto deve ser consonante com o local de venda (ex: em parques realizar exercícios como corrida ou ciclismo, e trabalhos de força com instalações locais ou aparelhagem móvel; relacionando o produto vendido com o local, diferindo de uma academia);

– Preço (price): gera-se um valor levando em conta os atributos positivos e qualidades, alcançando a competitividade;

– Promoção (promotion): colocar o produto em evidência, no personal trainer é o profissional. Baseia-se em várias relações de divulgação de trabalho, resultando no surgimento de vários clientes em potencial.

Como conclui Muller (2008), o marketing para o personal trainer potencializa o alcance de sua imagem em busca de novos clientes. Bossle (2008) destaca que a relação do profissional em questão com o cliente é uma inter-relação, que necessita de mediação responsável. Apesar da transferência de responsabilidades com a saúde e bem-estar, no sentido de promoção, essa relação não é unilateral. O marketing pessoal auxilia nessa relação, usando o profissionalismo nessa comunicação do personal trainer com o cliente, atuando na manutenção da clientela e na busca de novos clientes.

REFERÊNCIAS

BOSSLE, Cibele B. O personal trainer e o cuidado de si: uma perspectiva de mediação profissional. Movimento, Porto Alegre, 14, 01, 187-98, jan/abr, 2008.

MULLER, Antonio J. Personal trainer e seu marketing pessoal. EF Deportes, Buenos Aires, 13, 126, Nov, 2008.

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Musculação e oclusão vascular: aplicabilidade

Posted by Brunno em 22 de Julho de 2009

A oclusão vascular combinada com exercícios de força tem sido discutida no meio científico já há algum tempo, com evidências de alterações importantes desde 1974. A oclusão consiste em aplicar pressão controlada em uma região, com uso de equipamentos que permitam o controle da pressão exercida (como o esfigmomanômetro e manguito para aferição da pressão arterial).

A aplicação da pressão em algum segmento (coxa, braço…), associada à execução de exercício de resistência, tem influenciado a concentração de hormônio do crescimento, ocorrendo maior liberação endócrina após a aplicação da técnica. Agora vem a questão: vou executar meus exercícios de força associados a aplicação de oclusão vascular? Durante os cursos e discussões sobre o tema que ministramos no campo da prescrição do exercício físico, essa questão sempre aparece.

Por meio de consulta a alguns ensaios científicos é possível identificar o sucesso do sistema, com resultados na hipertrofia. O problema está na generalização dessas informações. Vamos analisar dois trabalhos experimentais para discutir a aplicação da técnica. Não é o objetivo fechar a discussão, apenas mostrar outra forma de analisar as informações em trabalhos respeitados.

Em 2000, Takarada e colaboradores publicaram um ensaio experimental feito em pacientes que passaram por reconstrução do ligamento cruzado anterior (lesão de joelho comum em atletas ou esportistas recreacionais). O grupo tratado recebia duas sessões diárias, do 3º ao 14º dia depois da operação, de oclusão vascular (pressão média de 238 mmHg) por cinco minutos com intervalo de três, compondo cinco repetições por sessão. O grupo controle não recebeu nenhum tratamento pelo mesmo período de análise após a cirurgia. Com uso de ressonância magnética percebeu-se que o grupo controle perdeu mais área de secção transversa dos músculos da coxa que o grupo que recebia a oclusão (extensores: 20,7% X 9,4%, flexores: 11,3% X 9,2%, respectivamente). O uso da oclusão no método acima diminui a perda de massa muscular após esse tipo de cirurgia.

Esse trabalho destaca bem a aplicação da oclusão vascular: em pessoas debilitadas, em estados de incapacidade para suportar cargas. São situações nas quais a atividade física está limitada e o uso da oclusão pode facilitar o processo de melhora da qualidade de vida por qualquer limitação física que resulte em diminuição da massa muscular.

lady_exerciseOutro estudo, agora em 2009, aplicou protocolo de treinamento físico em senhoras, por 16 semanas. Foi executado o movimento de flexão de cotovelos em três séries com repetições máximas. O grupo que recebeu a oclusão (110 mmHg) executou a flexão entre 30-50% da Uma Repetição Máxima, enquanto outro grupo executou a mesma intensidade sem oclusão e um terceiro grupo executou o exercício com carga de 80% da 1RM. Ao final do experimento houve aumento da área de secção transversa dos flexores de cotovelos, com o grupo que recebia a oclusão vascular alcançando maior hipertrofia que o grupo sem oclusão, mas estatisticamente igual ao grupo com a carga mais elevada. O trabalho termina com a seguinte conclusão: “a combinação de baixa intensidade de exercício e oclusão vascular moderada é um meio potencial para acelerar a recuperação de massa e força muscular de pessoas idosas”.

É importante lembrar que oclusão vascular de baixa intensidade (50 a 100 mmHg) associada a baixa intensidade do treino de força (até 20% da 1RM) já promovem hipertrofia em três semanas. A técnica tem valor para condições especiais.

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Fim do curso de Personal Training 2009

Posted by Brunno em 3 de Julho de 2009

O curso termina nesse sábado.

Foram empregadas 70 horas, distribuídas em aulas expositivas e práticas, além de atividades à distância. Os módulos cobriram os seguintes temas:

Avaliação física;

Prescrição de exercícios resistidos (e testes);

Prescrição de exercícios aeróbios (e testes);

Exercícios para controle do peso corporal e ganho de massa magra;

Exercício físico e sistema imune;

Atividade física para diabéticos;

Lesões na atividade física.

50 pessoas, entre acadêmicos e profissionais, acompanharam as aulas dos professores Brunno Elias e Paulo Braga. Aguardem novidades ainda para 2009 com um curso para o segundo semestre.

Vejam algumas fotos aqui.

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Complicação do uso de anabolizante.

Posted by Brunno em 18 de Junho de 2009

Veja a complicação abaixo (não é para pessoas fracas):

Apesar das informações no vídeo e do texto junto a ele no YouTube, essa complicação não deve ter acontecido por uso de Creatina (info sobre esse suplemento). Casos parecidos, com acúmulo de pús subcutâneo, acontecem pelo uso de agulhas contaminadas, que acabam por espalhar algum tipo de infecção na região.

Cuidado com seu treino e o que coloca no seu corpo. Experimente treinar sério e com acompanhamento ao invés de colocar certas substâncias duvidosas em seu corpo.

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