Brunno Elias

Atividade física, bem-estar e um pouco mais (ou não…)

Archive for the ‘Cursos’ Category

Apresentações de trabalhos ou eventos na área de atividade física e saúde.

Capacitação Local de Coordenadores e Monitores do Programa Segundo Tempo em Campo Grande

Posted by Brunno em 23 de Janeiro de 2010

Como Coordenador Pedagógico do Programa Segundo Tempo em Campo Grande-MS, essa semana realizamos uma capacitação local nos dias 19 e 20 (janeiro/2010). O SEST/SENAT ofereceu a estrutura.

Agora vamos aos flagras do evento.

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Semana Acadêmica de Educação Física UFMS 2009

Posted by Brunno em 22 de Junho de 2009

O evento aconteceu no início do mês, mas agora segue as fotos que mostram um pouco do trabalho teórico e prático desenvolvido com os alunos e profissionais de Educação Física na oficina Atividade física e saúde na escola.

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Atividade física e saúde na escola

Posted by Brunno em 7 de Junho de 2009

* Resumo da oficina apresentada na Semana Acadêmica de Educação Física (UFMS) 2009.

Palestrante:

Brunno Elias Ferreira, Msd. (Departamento de Educação Física; Faculdade de Medicina-Saúde e Desenvolvimento na Região Centro-Oeste, UFMS).

A prática da atividade física tem sido orientada com vistas a minimizar os impactos do sedentarismo na condição funcional das pessoas. Dentre os dez maiores problemas destacados pela Organização Mundial da Saúde, cinco podem ser minimizados ou controlados pela prática de atividade física de forma rotineira: hipertensão arterial, colesterol elevado, sobrepeso e obesidade, sedentarismo e diabetes mellitus (WHO, 2009).

Normalmente a orientação para prática de atividade física parte de algum profissional da saúde que entra em contato com a população já doente ou em vias de desenvolver algum quadro metabólico ruim (NICOLAI et al., 2009), mas esse profissional não conta com os conhecimentos específicos da prática de atividade física. Essa orientação para a prática dificilmente será seguida ou será eficiente, como demonstrado por alguns estudos comportamentais (MAZZETTI et al., 2000; NICOLAI et al., 2009).

O trabalho com enfoque no desenvolvimento do indivíduo ativo e independente, com uso da informação sobre saúde e atividade física como ferramenta, pode evitar degeneração nas capacidades funcionais por causa de doenças não-transmissíveis e promover maior adesão aos programas de atividade física (FERREIRA et al., 2001). Seguindo essa linha, a escola se mostra o melhor ambiente para desenvolver essas características. A disciplina de Educação Física não tem tempo suficiente para promover condicionamento físico eficaz segundo diretrizes de órgãos como o Colégio Americano de Medicina Esportiva (ACSM, 2007; HASKELL et al., 2007), mas pode educar seus alunos com informações acerca da prática de atividade física e sua aplicação como exercício físico.

Qualidades físicas como força, resistência muscular, capacidade e potência aeróbia e flexibilidade estão intimamente relacionadas com um quadro positivo de saúde (FERREIRA et al., 2001; FERREIRA, 2008). A manutenção ou melhora dessas capacidades auxilia nas atividades da vida diária e a prática de atividade física habitual dentro do padrão moderado promove a sensação de bem-estar e o conceito de qualidade de vida (SHIBATA et al., 2007).

A proposta de Educação Física escolar voltada para a educação promovendo a prática da atividade física e manutenção ou melhora da saúde é auxiliar o aluno a escolher ativamente entre as várias opções que a vida moderna oferece, de forma a incrementar seus níveis de atividade física. Formando um indivíduo crítico quanto à atividade física e o exercício físico será possível convencer as pessoas próximas (familiares, amigos…) a praticarem a atividade física (PALMA et al., 2006) como forma de cuidar de sua saúde e melhorar sua qualidade de vida.

REFERENCIAL TEÓRICO

ACSM – AMERICAN COLLEGE OS SPORTS MEDICINE. Diretrizes do ACSM para os testes de esforço e sua prescrição. 7ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

Ferreira BE. O conceito qualidade de vida inserido na atividade física: reflexão sobre concepções e evidências. EF Deportes, 13 (122), 2008.

Ferreira MS. Aptidão física e saúde na Educação Física escolar: ampliando o enfoque. Rev. Bras. Cienc. Esporte, 22 (2), 2001, 41-54.

Haskell WL; Lee I; Pate RR; et al. Update recommendation for adults from the American College of Sports Medicine and the American Heart Association. Circulation, 116, 2007, 1081-93.

Mazzetti SA, Kraemer WJ; Volek JS; et al. The influence of direct supervision of resistance training on strength performance. Med. Sci. Sports Exerc., 32 (6), 2000, 1175-84.

Nicolai SPA; Kruidenier LM; Leffers P; et al. Supervised exercise versus non-supervised exercise for reducing weight in obese adults. J Sports Med Phys Fitness, 49, 2009, 85-90.

Palma A; Ferreira DC; Bagrichevsky M; et al. Dimensões epidemiológicas associativas entre indicadores socioeconômicos de vida e prática de exercícios físicos. Rev. Bras. Cienc. Esporte, 27 (3), 2006, 119-36.

Shibata A; Oka K; Nakamura Y; et al. Recommended level of physical activity and health-related quality of life among Japanese adults. Health and Quality of Life Outcomes, 5 (64), 2007.

WHO, The. The WHO Global InfoBase. Disponível no: http://apps.who.int/infobase/report.aspx. Acessado em 27 de maio de 2009.

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Próxima missão: Jornada de Fisioterapia

Posted by Brunno em 22 de Maio de 2009

A UFMS, com organização dos acadêmicos de Fisioterapia, realizam essa semana a Jornada de Fisioterapia.

No último dia do evento teremos um mini-curso sob o título “Atividade física na promoção do bem-estar e saúde”.

Até lá!

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Agenda cheia

Posted by Brunno em 9 de Maio de 2009

Semana começa agitada. Além de estreiar a 2ª edição do Curso de Avaliação e Prescrição de Exercício Físico Individualizado, haverá também um mini-curso sobre avaliações biométricas (imagem abaixo), isso na mesma semana que começam minhas disciplinas no curso de Educação Física da UFMS.

Tem que ter gás para tanto compromisso! E lembrando que o curso vai até inicio de julho, sendo que no fim de maio tenho uma participação na Jornada de Fisioterapia e na sequência qualificação da dissertação…

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Exercício físico individualizado é mais efetivo

Posted by Brunno em 19 de Abril de 2009

Recentemente foi publicada uma interessante pesquisa sobre a supervisão no exercício físico. Na discussão do estudo, o médico Nicolai e colaboradores (2009) afirmaram que o exercício físico é o método mais eficaz para diminuir massa gorda e dessa forma controlar a obesidade que representa sério problema para a saúde publica. Fatores como vergonha de sua aparência, má condição geral de saúde e isolamento social representam barreiras para o início e a aderência do obeso ao programa de exercício físico. Dessa forma, boa parte dos pacientes que recebia a orientação de iniciar a prática de atividades físicas não a cumpria. Durante quatro meses, um grupo de pessoas obesas realizou sessões de exercício físico supervisionado enquanto outro grupo apenas recebeu a orientação verbal para realizar atividade física. No fim do período o grupo com supervisão diminuiu em média 6,2 kg de massa gorda enquanto o outro grupo diminuiu apenas 1,7 kg. Na conclusão os autores apontaram que o exercício físico com supervisão de um profissional qualificado do fitness leva ao melhor controle do peso corporal.

Esse estudo lembra muito um anterior, realizado por Mazzetti e colaboradores (2000), agora todos pesquisadores da área de treinamento físico, que concluíram que o treinamento resistido supervisionado resulta em melhores e maiores ganhos no treinamento de força.

Mas fica a pergunta: por que o exercício supervisionado tem melhor aproveitamento? Em primeira mão é impossível colocar neste texto todas as implicações para a maior eficiência do treinamento personalizado, mas é possível citar algumas:

colunaPersonal trainning: a atuação do personal trainer é mais eficiente porque o profissional lança mão de várias metodologias para alcançar o objetivo proposto pelo cliente. É uma área do fitness que obriga o profissional a manter um programa de educação continuada para poder atender as obrigações do mercado, não permitindo estagnação do conhecimento.

Progressão do treinamento: sessões de treino com supervisão progridem de acordo com o ritmo do cliente. Nada de cumprir repetições, exercícios ou quilômetros que não sejam importantes para sua evolução em direção ao seu objetivo. Seu tempo é importante e as variáveis do treinamento devem progredir com você.

Avaliação física efetiva: as avaliações físicas são realizadas visando o acompanhamento de sua evolução no condicionamento físico. Se algo não tiver melhorado conforme a predição inicial, o profissional irá mudar sua abordagem para atender essa dificuldade.

Interação profissional e cliente: é criada uma dinâmica social entre o prestador de serviços e o contratante, na qual é possível perceber quando o indivíduo está bem ou teve um mau dia, e ajustar a sessão de última hora, sempre visando a melhor execução do programa. O treino não deve ser fixo, é preciso ter flexibilidade para alterar o que for necessário de acordo com o que o cliente traz de sua vida pessoal ou profissional, para oferecer melhor bem-estar com a sessão de treino.

Agora cabe procurar um profissional que te agrade e começar seu programa de treinamento físico. E você, profissional do fitness, mantenha-se atualizado e não tenha medo de aplicar as novidades que acreditar serem úteis. Se forem cientificamente corretas, é difícil dar errado.

Bom treino a todos!

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Curso de prescrição de exercícios físicos para portadores de HIV

Posted by Brunno em 15 de Abril de 2009

Foi lançado hoje (15/04) o curso que nomeia este post no Portal Educação, instituição de ensino à distância que me convidou para preparar o material didático que guiará os estudos.

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A imagem é do site, clique e faça sua inscrição!

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Poster no XV Congresso de Cardiologia de MS

Posted by Brunno em 9 de Outubro de 2008

Abaixo segue o poster já confeccionado para apresentação no evento, sendo o poster nº 6 com apresentação pela manhã do dia 17/10/08. O evento será realizado no Hospital São Julião, mais informações aqui.

Não sei como a imagem vai ficar em visualizações diferentes, já que o post é feito num widescreen grande! Na sequência vem o resumo aprovado no evento (sem a tabela).

 

ALTERAÇÕES GLICÊMICAS EM DIABÉTICOS TIPO 1 APÓS EXERCÍCIOS RESISTIDOS COM 65% DA 1RM

Brunno Elias Ferreira, Paulo Henrique Azuaga Braga. Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

INTRODUÇÃO: O Diabetes Mellitus é uma doença crônico-degenerativa com recorrentes casos de hiperglicemia. O Diabetes Mellitus tipo 1 é associado a destruição auto-imune das células beta pancreáticas produtoras da insulina, responsável pelo controle da glicemia em níveis normais. Estudos mostram que o exercício físico pode diminuir a concentração de glicose circulante, mas sobre os exercícios resistidos nos diabéticos tipo 1 são poucos sobre os benefícios da atividade.

OBJETIVO: Analisar as alterações glicêmicas em diabéticos tipo 1 após uma sessão completa de exercício resistidos.

METODOLOGIA:

Sessão – A sessão de coleta foi precedida por seis sessões para adaptação aos exercícios e ao local do estudo. Os exercícios utilizados foram puxada alta, cadeira extensora, supino reto guiado, leg press, mesa flexora, rosca bíceps direta, flexão plantar em pé e tríceps na polia alta. Foi adotado o método direto, com três séries para cada exercício e 10-12 repetições. A carga foi de 65% da 1RM, com protocolo de Bompa (2001) realizado na última sessão de adaptação.

Participantes – Seis diabéticos tipo 1 (38,7±2,3 anos, IMC 24,2±1,5 kg/m2, hemoglobina glicosilada 9±0,7% e 17,2±2,3 anos de diagnóstico de diabetes) moderadamente ativos (NAHAS, 2001). Foram obtidas liberações dos médicos para ingresso dos pacientes no estudo e também para a não utilização da dose insulínica daquele dia.

Coletas – Pela manhã em jejum. Foram administradas 70 gramas de carboidratos com índice glicêmico de 75 e depois realizado repouso por 40 minutos e iniciada a sessão. Foram três coletas (Tabela 1), sendo: jejum; glicemia após administração de carboidratos (GLIC1); e glicemia após os exercícios (GLIC2). As glicemias foram analisadas pelo glicosímetro digital MediSense Optium com fita MediSense Blood Glucose Sensor Electrode (Abbott Laboratories, UK).

Estatística – Média e desvio-padrão e teste t de student para amostras dependentes.

RESULTADOS: A GLIC2 apresentou queda de 22,2± 3% comparada a GLIC1, com p = 0,001 (p ≤ 0,05).

CONCLUSÃO: Existe queda aguda da glicemia após uma sessão de exercícios resistidos com 65% da 1RM.

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XV Congresso de Cardiologia de MS

Posted by Brunno em 30 de Setembro de 2008

 

O evento acontecerá em outubro em Campo Grande-MS, no Hospital São julião. Entre os temas abordados estão assuntos sobre hipertensão arterial e diabetes, inclusive um trabalho recentemente publicado por nós (aqui) foi aceito na forma de pôster.

Mais tarde posto a imagem do pôster pronto!

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Curso de Personal Trainer

Posted by Brunno em 29 de Setembro de 2008

Começaram na segunda-feira (22/09/08) as pré-inscrições para o curso de Personal Trainer. Informações no site:

Curso de Personal Trainer

O evento acontecerá na IESF (Campo Grande-MS), em outubro.

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